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Os bloqueios das rodovias estaduais e federais do Paraná foram zerados na tarde desta quarta-feira (30). A informação foi confirmada pelo chefe da Casa Militar, coronel Maurício Tortato, durante coletiva com a imprensa realizada no Palácio das Araucárias, em Curitiba. Apenas 12 pontos de manifestação foram identificados até o final da tarde, mas sem interdição das estradas.Curitiba, 30/05/2018.   Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Os bloqueios das rodovias estaduais e federais do Paraná foram zerados na tarde desta quarta-feira (30). Com o trabalho das forças de segurança, em especial da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, às 16 horas desta quarta-feira já não restavam pontos de interdição nas estradas paranaenses.

A informação foi confirmada pelo chefe da Casa Militar do Governo do Paraná, coronel Maurício Tortato, em entrevista imprensa. Apenas 12 pontos de manifestação foram identificados até o final da tarde, mas sem obstrução do tráfego nas estradas.

Tortato ressaltou a articulação coordenada pela governadora Cida Borghetti, que abriu diálogo com os caminhoneiros para a liberação de cargas essenciais desde o início do movimento, e com lideranças do setor produtivo e prefeitos para encontrar soluções conjuntas para os impactos da greve. Ele também citou medidas concretas adotadas pelo Estado, como a redução da base de cálculo do ICMS sobre o diesel.

NAS ESTRADAS - Segundo o coronel, as equipes das duas polícias estiveram em praticamente todos os pontos para atuar na negociação. “Todos os caminhoneiros que quiseram voltar às suas atividades normais puderam retornar com segurança. Também foram respeitados os que decidiram permanecer no local de mobilização até o final da tarde e início da noite de quarta-feira e que vão se desmobilizar na quinta-feira”, disse ele.

O chefe da Casa Militar, que coordena o grupo formado para discutir as questões relacionadas à paralisação dos caminhoneiros, afirmou que o Governo do Estado manteve contato com todos os operadores do sistema de transporte de cargas, incluindo a classe empresarial e os caminhoneiros autônomos.

“As estratégias estabelecidas em conjunto entre o Governo do Estado, as entidades do setor produtivo, Polícia Rodoviária Federal e o Exército, que agiram de forma gradativa sem desrespeitar o movimento dos caminhoneiros, trouxeram um resultado positivo”, disse.

Ele salientou que o Governo do Estado vai manter o gabinete de gestão mobilizado para receber eventuais demandas. “Vamos continuar acompanhando todas as unidades da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, nossas unidades regionais e a Polícia Rodoviária Estadual. A atividade de inteligência permanece efetivamente para que não tenhamos nenhuma surpresa com relação a este processo. Acreditamos que vida normal será retomada a partir de agora”, disse.

MEDIDAS – O coronel Tortato explicou que o Governo do Estado tomou medidas desde o início da paralisação para reduzir os impactos sobre a população. “Estabelecemos a estratégia de chamar para a negociação as lideranças, mesmo que difusas, para que efetivamente houvesse esta desmobilização”, explicou. “Imaginando a necessidade de atuarmos não com o uso da força, mas colocando os agentes de segurança em todos os lugares de manifestação para dar a sensação de segurança e a garantia do direito de ir e vir. Isso surtiu efeitos”, salientou.

ESCOLTAS – A Polícia Militar também fez escoltas aos comboios que transportam alimentos e combustíveis. De acordo com o chefe da Casa Militar, os policiais paranaenses também fizeram, a pedido do governo de Santa Catarina, o acompanhamento de caminhões do Estado vizinho que circulavam no Paraná.

INFILTRADOS - Ele também ressaltou que o Governo do Estado identificou algumas pessoas infiltradas no movimento dos caminhoneiros. “Trabalhamos com muita reserva porque não há necessidade de potencializar esta movimentação, já que os resultados almejados foram alcançados pela atuação do Poder Público”, explicou.

FERIADO – Como o final do bloqueio coincide com o início do feriado de Corpus Christi, o coronel Tortato lembra os motoristas que pretendem pegar a estrada que haverá um fluxo maior de caminhões, seja os que estão retornando para casas ou na reposição da cadeia produtiva. “Estamos com uma agenda intensa para a recomposição das mercadorias para retomada do abastecimento em todas as regiões do Paraná”, salientou.

Outra situação, diz respeito aos postos de combustível que ainda não retomaram o abastecimento. “Ainda que estejamos atuando de modo intenso na distribuição de combustíveis em todo o Estado, ainda há algumas deficiências que podem ser um limitador para quem vai viajar. É importante consultar os locais de destino para ver se o sistema de abastecimento está normalizado”, orientou

A governadora Cida Borghetti conversou nesta sexta-feira (25) com caminhoneiros que fazem manifestação às margens da PR-317, na região de Engenheiro Beltrão, no Noroeste do Paraná. Ela reforçou que no Paraná prevalecerá o diálogo com todos os setores envolvidos com a situação das rodovias.

“Fiz questão de parar para esta conversa. Aqui está todo mundo do mesmo lado”, afirmou a governadora, ressaltando ao grupo de motoristas que já comunicou o governo federal de que não há necessidade do uso de forças federais no Estado.

Cida lembrou do acordo firmado na tarde quinta, em Curitiba, entre o Governo do Estado e lideranças do movimento dos caminhoneiros para que haja liberação do trânsito de cargas prioritárias e essenciais à manutenção de serviços públicos bem como para o transporte de ração animal.

“Respeitamos a classe, entendemos a justa reivindicação, e este acordo vai atender os serviços de interesse comum de todos os paranaenses”, afirmou a governadora.

Ainda na tarde desta sexta-feira a governadora emitiu uma nota oficial em razão das medidas anunciadas pelo governo federal em relação à manifestação dos caminheiros.

NOTA OFICIAL DO GOVERNO DO PARANÁ

O Governo do Paraná reforça que tem mantido o diálogo e as negociações com os líderes do movimento dos caminhoneiros desde o início das manifestações.

Na noite de ontem, a Defesa Civil do Estado conseguiu um importante acordo em relação ao trânsito de cargas prioritárias como insumos hospitalares, ração animal, alimentos para hospitais, combustíveis para ambulâncias, policiamento e transporte público, cargas vivas e também para medicamentos e oxigênio para hospitais.

No Estado do Paraná prevalecerá o diálogo.

Neste momento de crise, a calma, o bom senso e, principalmente, o bem-estar da população devem estar acima dos interesses de setores, que apesar das reivindicações justas, tem o dever de preservar os interesses da maioria da população.

Devido a paralisação dos caminhoneiros, a coleta de lixo está suspensa em Pinhais

Devido a paralisação geral dos caminhoneiros, a Prefeitura de Pinhais informa que a coleta de lixo domiciliar está suspensa. Os acessos até o aterro sanitário estão fechados, impossibilitando a chegada dos caminhões de coleta para descarregar. Pedimos a colaboração da população para que não coloquem o lixo na rua. Qualquer mudança na situação será informada por meio dos nossos canais de comunicação. Dúvidas entrar em contato com a Secretaria de Meio Ambiente pelos telefones 3912-5237 ou 3912-5608.

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Alerta vermelho nas empresas de ônibus

A falta de combustíveis iminente disparou um “Alerta Vermelho” no Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp). Em nota enviada para a imprensa os representantes dos donos de empresas pediram medidas de emergência para diminuir a “carga” do transporte e adiar uma eventual paralisação da circulação dos coletivos.

No final da tarde a Urbs decidiu reduzir a frota de ônibus em circulação em Curitiba já a partir das 17h desta quarta-feira (23). Nos horários de pico, a redução vai ser de 30% e nos demais horários, de 50%. São considerados horários de pico: 6h30 às 8h30; 11h às 13h; 17h às 19h30; 21h30 às 23h.

No final da tarde, no entanto, o prefeito Rafael Greca voltou atrás e disse que enquanto faz as análises dos estoques de combustível das empresas, a frota será mantida.

Faltam alimentos no Ceasa

O terceiro dia de protesto dos caminhoneiros também já afeta a Ceasa. A reportagem apurou que na unidade de Curitiba, que fica no Tatuquara, o abastecimento dos alimentos já diminuiu 50% e só não está sendo mais grave porque produtores da RMC estão conseguindo suprir um pouco a demanda. Na capital, o problema tem acontecido porque os produtores do Norte do Paraná sequer estão permitindo que os caminhões saiam para trazer os alimentos, com medo de que os veículos fiquem presos no caminho.

Nossa Feira suspensa

Pontos do programa Nossa Feira, da prefeitura de Curitiba, não irão funcionar nesta quarta (23/5) e quinta (24/5) por falta de frutas, legumes e verduras. O desabastecimento acontece por causa da Mobilização dos Caminhoneiros. As primeiras a sentirem os efeitos são os pontos do Barreirinha e no Campina do Siqueira, nesta quarta-feira. Na quinta-feira não vão abrir os pontos do Pilarzinho e do Lindoia. Sacolões e Armazéns da família também podem fechar.

Bloqueios

O protesto dos caminhoneiros contra o aumento no preço dos combustíveis segue causando bloqueios em estradas. No Paraná são 36 protestos nas estradas federais, mas não há bloqueio total, apenas quatro bloqueios parciais. Por determinação da Justiça Federal, o bloqueio total das rodovias paranaenses está proibido, sob pena de R$ 100 mil por hora.

Durante a tarde foram realizados bloqueios no Contorno Leste, na região de São José nos Pinhais, numa mobilização de ceramistas, donos de transportadoras, agricultores e motoristas. Impedidos de interditar totalmente a rodovia, os motoristas trafegavam a velocidades muito baixas. Na Rodovia da Uva, sentido Colombo, também foram registrados protestos.

Apoio de outras categorias

Motoboys e motoristas de aplicativos se uniram aos caminhoneiros em Curitiba para protestar contra o aumento dos combustíveis na manhã desta quarta. Cerca de 50 motoboys e motoristas de apps – como Uber, 99 e Cabify – se reuniram por volta das 8h nas proximidades da fábrica da Volvo, na CIC, e partiram em carreata em direção à Repar, a refinaria da Petrobras em Araucária, região metropolitana.

Entenda os motivos

Os aumentos seguidos nos preços do diesel levaram os caminhoneiros a programarem a paralisação. A categoria pede que uma série de reivindicações apresentadas ao governo federal sejam atendidas. A principal reivindicação dos caminhoneiros é a redução da carga tributária sobre o diesel. Os motoristas pedem que se zere a alíquota de PIS/Pasep e Cofins e a isenção da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).

Os impostos representam quase a metade do valor do combustível na refinaria. Segundo eles, a carga tributária menor daria fôlego ao setor, já que o diesel representa 42% do custo do frete. Por conta dos reajustes diários no diesel, os caminhoneiros autônomos dizem estar no limite dos custos. Nos últimos 12 meses, o preço do diesel na bomba subiu 15,9%. O valor está bem acima da inflação acumulada em 12 meses, em 2,76%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

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O  protesto dos caminhoneiros na Região de Curitiba ganhou o reforço de motoboys e motorista de aplicativos nesta manhã de quarta-feira, 23. Por volta das 9 horas, cerca de 200 manifestantes realizaram um protesto em frente à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, município da Região Metropoilitana de Curitiba (RMC). 

O protesto é pela redução nos preços dos combustíveis nas imediações da refinaria da Petrobras em Araucária (PR), na BR-476, altura do quilômetro 148. Equipes da PRF estão no local para orientar o trânsito. 

As empresas do transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana afiram que estão operando com a reserva de combustível. Segundo nota enviada à imprensa, com a paralisação dos caminhoneiros, as empresas estariam operando no "alerta vermelho", ou seja, os estoques as empresas estaria baixo nas garagens. "Se o problema persistir, a prestação do serviço de transporte coletivo pode ser afetada de maneira geral já a partir desta quinta-feira (24)", diz a nota.

Ainda segundo a nota, as empresas já teriam se manifestado junto à Urbs (Urbanização de Curitiba), solicitando a adoção de uma operação de contingência, como a retirada de tabelas especiais de reforço e carros extras. Procurada pela reportagem, a assessoria da Urbs informou que ainda não foi notificada sobre a questão. Por conta disso, até então a orientação, segundo a assessoria, é para que as empresa façam reservas a fim de manter o atendimento do transporte público à população. 

Leia a nota na íntegra.

Devido à falta de abastecimento de combustíveis, em razão do protesto de caminhoneiros, as empresas de ônibus de Curitiba e Região Metropolitana já estão operando em alerta vermelho, pois o estoque nas garagens está baixo. Se o problema persistir, a prestação do serviço de transporte coletivo pode ser afetada de maneira geral já a partir desta quinta-feira (24).

As empresas manifestaram sua preocupação junto à Urbs (Urbanização de Curitiba) e pediram para que ela adote, de imediato, uma operação de contingência, como a retirada de tabelas especiais de reforço e carros extras. As operadoras seguem acompanhando atentamente o desenrolar dos acontecimentos e trabalham em conjunto com a Urbs em busca de soluções.

Liminar proíbe bloqueio de rodovias federais por caminhoneiros no Paraná (Foto: Divulgação/PRF)

Pelo 3º dia seguido, nesta quarta-feira (23), caminhoneiros continuam protestando em rodovias federais e estuadais, além de vias importantes em pelo menos 17 estados do país. Alguns atos ocorrem diante de refinarias, impedindo a saída de caminhões-tanque.

Em estados como Rio de Janeiro e Pernambuco, a paralisação já afetou o transporte público diminuindo o número de ônibus em circulação como medida emergencial para evitar o desabastecimento de óleo diesel.

Os caminhoneiros protestam contra a disparada do preço do diesel que faz parte da política de preços da Petrobras, em vigor desde julho.

Entretanto, a Petrobras anunciou nesta quarta que o preço do diesel deve cair 1,54% nas refinarias. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de cerca de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A paralisação afetou a entrega dos Correios que suspenderam temporariamente as postagens das encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, 12 e Hoje). Em comunicado, a estatal informou ainda que a paralisação também tem gerado "forte impacto" e atrasos nas operações da empresa em todo o país.

As arrecadações seguem até o mês de julho, e as doações podem ser feitas em mais de 80 pontos espalhados pelo município

Resultado de imagem para frio

O frio chegou com tudo nesta semana. As temperaturas despencaram e ficaram abaixo dos 10ºC. A previsão é de ainda mais frio. Por conta disso, a Secretaria de Assistência Social reforça o pedido de doações para a "Campanha Viva Solidário - Doe Agasalhos e Cobertores" deste ano. A campanha que já está arrecadando donativos desde o final de abril, segue até o dia 19 de julho.

Além dos prédios públicos, empresas parceiras contribuem para possibilitar que mais pessoas dêem sua contribuição. Além de roupas, outra necessidade são os cobertores. "Aquela roupa guardada que não é usada há mais de um ano, pode aquecer uma família. Além disso, quem puder colaborar e doar cobertores, serão bem vindos, pois, é uma necessidade que sempre aparece", ressalta Rosangela Batista, secretária de Assistência Social.

Serviço

São mais de 80 pontos de arrecadação. Os locais podem ser acessados na página da Prefeitura (clique aqui)

Autorização foi assinada pela governadora e o prefeito da capital nesta segunda-feira (21). Serão construídos dois viadutos e duas trincheiras, um investimento de R$ 116 milhões. Conjunto de obras reforçará a integração dos dois lados do eixo viário, garantindo mais fluidez e segurança ao trânsito.  

 

A governadora Cida Borghetti e o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, autorizaram nesta segunda-feira (21) a licitação das obras de construção de dois viadutos e duas trincheiras na Linha Verde, eixo viário estratégico da capital. A assinatura foi no Palácio Iguaçu, com a participação do secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion, e do vice-prefeito e secretário municipal de Obras, Eduardo Pimentel.

O investimento soma R$ 116,6 milhões, sendo R$ 87,7 milhões do Estado e R$ 28,9 milhões da prefeitura. A Linha Verde é a antiga BR-116 que dividia a capital. O conjunto de obras vai reforçar a integração dos dois lados do eixo viário, garantindo mais fluidez e segurança, contornando os pontos de estrangulamento decorrentes dos semáforos existentes nas vias transversais.

A governadora ressaltou que as obras vão modernizar a via e reduzir o tempo de deslocamento pela Linha Verde. A estimativa é uma redução de 20% do tempo levado para percorrer os 22 quilômetros da via, diminuindo de 30 para 24 minutos. “São obras que impactarão diretamente na vida de milhões de pessoas, principalmente do trabalhador que vai poder chegar em casa mais cedo para ficar com a família”, disse Cida. “Trará agilidade à mobilidade urbana, segurança no trânsito, desenvolvimento, modernização e avanço na integração da Grande Curitiba”, afirmou.

O prefeito Rafael Greca disse que, mesmo equacionada, ainda há gargalos na Linha Verde que precisam ser melhorados. “Com as trincheiras e viadutos a cidade avança e melhora muito. A ideia é já fazer a licitação na sequência e esperar o processo legal para dar início às obras”, explicou Greca.

CONVÊNIO – O repasse de R$ 87,7 milhões do Estado se dará por meio de convênio com a Secretaria da Infraestrutura e Logística. O recurso será destinado a contratação dos dois projetos executivos de engenharia e a execução das obras. A contrapartida da prefeitura será para as desapropriações necessárias para as obras.

De acordo com o secretário da Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion, as obras vão integrar as diferentes regiões da capital. “É preciso ter um grande anel em Curitiba para as pessoas poderem transitar de um bairro a outro, e este anel tem que fluir. É isso que estamos fazendo com a Linha Verde”, afirmou Lupion. Ele também destacou outras obras que melhorarão o acesso da capital aos municípios da Região Metropolitana, como a duplicação da Rodovia da Uva até Colombo.

OBRAS – O convênio prevê a construção de dois viadutos paralelos ao existente na Avenida Marechal Floriano Peixoto, nas ruas Anne Frank e Tenente Francisco Ferreira de Souza, e suas alças de acesso, que formarão um trinário para ligação entre as regiões do Boqueirão, Rebouças e a Avenida Presidente Wenceslau Braz. Este trecho contempla ainda a implantação de uma estrutura metálica no viaduto da Marechal, que será destinada aos usuários do transporte coletivo, interligando a avenida com a Linha Verde.

As duas novas trincheiras serão construídas próximo à Estação São Pedro da Linha Verde, formando um binário de vias em sentidos opostos, ligarão as regiões do Xaxim e Capão Raso.

PRESENÇAS – Também participaram da reunião a deputada estadual Maria Victória; o presidente da Câmara Municipal, Serginho do Posto, e vereadores de Curitiba.
 

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Outras obras em parceria entre o Estado e a prefeitura de Curitiba
Além da Linha Verde, há outros projetos de infraestrutura em parceria com o Governo do Estado e a prefeitura de Curitiba. Dois convênios foram firmados em 2017 pela Secretaria de Infraestrutura e Logística para revitalização de vias urbanas. O primeiro teve liberação de R$ 30 milhões do Governo do Estado para o município licitar e executar a pavimentação e recape asfáltico em 61 ruas, totalizando 34,5 quilômetros de extensão. As obras foram iniciadas em março, com previsão de conclusão em julho deste ano.

Já o segundo convênio está em fase de licitação e prevê o repasse de R$ 59,7 milhões para melhorias em 147 ruas, que totalizam 79 quilômetros. Após a conclusão do processo licitatório, calculado em dois meses, o prazo de conclusão das obras está estimado em seis meses.

 

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O Coritiba arrancou um empate contra o Boa Esporte, lanterna da Série B, neste sábado (19), em Varginha. O duelo válido pela sexta rodada da competição terminou em 1 a 1. O jogo foi marcado pelo domínio, mas falta de pontaria do Boa Esporte. As oportunidades alviverdes puderam ser contadas nos dedos. O Coxa continua sem vencer fora de casa e desperdiça a chance de entrar no G4.

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