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Curitiba

Há mais gente morando nos 13 bairros da Regional Boa Vista, em Curitiba, do que na cidade de Foz do Iguaçu, o sétimo município do Paraná em número de habitantes. São 268,5 mil os moradores da regional mais populosa da capital. Em Foz, a população é de 263,9 mil pessoas, segundo estimativas para o ano de 2016 do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

No comparativo populacional de cada uma das regionais curitibanas com os 399 municípios paranaenses a Regional Tatuquara, mais nova e menos populosa, seria a 17ª cidade em número de pessoas, com 112.873 habitantes.

Já as adensadas regionais Cajuru e Matriz têm mais moradores que a vizinha Colombo, por exemplo. Também há mais gente vivendo nas regionais Boqueirão, CIC, Portão e Santa Felicidade do que na cidade de Guarapuava. Já as regionais do Bairro Novo e Pinheirinho têm um contingente de pessoas maior do que Paranaguá.

A mais populosa

A Regional Boa Vista, maior de Curitiba em número de habitantes, está ao Norte da cidade. Tem 13 bairros (Boa Vista, Barreirinha, Cachoeira, Santa Cândida, Atuba, Bairro Alto, Tarumã, Bacacheri, Tingui, São Lourenço, Pilarzinho, Taboão e Abranches) distribuídos em uma área de: 6247 hectares (14,38 % de Curitiba).

A população da regional, conforme estimativa de 2016, é de 268.556 habitantes. Em 2010, pelos dados do Censo, 248.698 pessoas viviam na região. Em sete anos, a regional teve um acréscimo de 19.858 pessoas no seu quadro populacional.

A maior população da Regional Boa Vista vive no Bairro Alto, com 49.622 habitantes. O bairro menos populoso da regional é o Taboão, onde vivem 4.024 pessoas.

O verde dos parques e a história

A Regional Boa Vista impressiona pelo verde. Nesta parte da cidade estão alguns dos cartões-postais de Curitiba, como o Parque Tanguá com o Jardim Poty Lazzarotto, construído na primeira gestão do prefeito Rafael Greca. Também se destacam o Parque das Pedreiras, com a Ópera de Arame e a Pedreira Paulo Leminski, e o Bosque Zaninelli, com a Universidade Livre do Meio Ambiente.

No Parque São Lourenço está a casa em madeira, construída em 1928, que pertenceu ao escultor Erbo Stenzel. Ela foi transferida inteirinha do bairro São Francisco e conta um pouco da vida do autor do casal nu que está na Praça 19 de Dezembro.

No Parque da Barreirinha, implantado na década de 70, está o Horto Municipal. O Iberê de Mattos, ou Parque do Bacacheri, está em um dos bairros mais antigos da cidade. No Pilarzinho, a cruz assinala a posse pelos primeiros colonizadores, data de 1792.

O Abranches, de 1873, homenageia um dos presidentes da Província do Paraná e o Atuba é o lugar onde teria começado a colonização de Curitiba, na Vilinha. O Tingui remete aos índios que habitavam a Grande Curitiba. Os bairros Santa Cândida e Barreirinha se consolidaram a partir do trabalho dos imigrantes, especialmente poloneses e italianos.

O Tarumã tem no seu traçado o setor esportivo como herança planejada no Plano Agache, de 1943. No Bairro Alto, estão a Igreja Santa Madalena Sofia e o colégio das freiras.

Cachoeira e Taboão completam a lista dos bairros da Regional que faz divisa com os municípios de Almirante Tamandaré, Colombo e Pinhais, que estão entre as 20 cidades mais populosas do Paraná.

Planejamento Regional

Tatuquara e Boa Vista foram as primeiras regionais visitadas pelo prefeito Rafael Greca e pela equipe de planejamento do Ippuc e demais secretarias neste início de gestão. A aproximação entre o macro e o microplanejamento é prioridade definida pelo prefeito no Plano de Governo e o trabalho inclui a presença constante nos bairros da cidade.

"Vamos oferecer um escritório de planejamento a cada uma das regionais. Cada quadrante de Curitiba terá um escritório de projetos dentro do Ippuc”, disse o prefeito ao explicar a proposta de planejamento regional para esta gestão. “Minha presença nos bairros vai regular a qualidade dos serviços municipais. O prefeito tem que estar onde o povo está.”

A agenda de visitas do prefeito e equipe às regionais terá sequência no Cajuru e em Santa Felicidade, com datas ainda a serem definidas.

principal

A equipe da Fundação de Ação Social (FAS) fez um trabalho de abordagem com as pessoas em situação de rua antes e durante a limpeza do calçadão da Rua XV de Novembro.  Apenas durante essa ação, educadores, assistentes sociais e psicólogos orientaram 36 pessoas sobre a lavagem e os serviços ofertados pela fundação, além de oferecer acolhimento para quem precisava de abrigo. Ao todo 20 funcionários participaram do atendimento.

“A FAS tem papel de proteção dos direitos humanos e, por isto, fazemos abordagens contínuas e qualificadas de orientação para garantir os direitos dos cidadãos. Entretanto, nos últimos dois dias, potencializamos a ação, ampliando as equipes e trabalhando para providenciar acolhimento para as pessoas em situação de rua que pudessem ser afetadas por esse trabalho de limpeza pública”, explicou a presidente da FAS, Larissa Tissot.

Do total de pessoas abordadas, sete aceitaram ser abrigadas e uma foi encaminhada pela equipe de assistência social para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). Outras 13 não aceitaram atendimento. Larissa lembrou que todos os que foram abordados e aceitaram ser acolhidos receberam abrigo e tiveram os seus pertences salvaguardados pelas equipes da FAS. 

De acordo com a diretora de Projetos Especiais da FAS, Maria Alice Erthal, responsável pela política da pessoa em situação de rua, por determinação do prefeito Rafael Greca, desde o início de janeiro, a fundação intensificou o trabalho de abordagem social. “Durante essas ações, que estão acontecendo inicialmente na região central, as equipes orientam sobre os serviços que o município oferece e que contribuem para o resgate da cidadania dessa população”, disse. 

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