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Criado pelo Governo do Estado como uma das principais medidas de combate à Covid-19, o Saúde Online Paraná oferta assistência médica e psicológica, acompanhamentos de doenças crônicas e informações sobre o novo coronavírus.

 

Em um ano, o aplicativo Saúde Online Paraná, criado pelo Governo do Paraná dentro da série de medidas para combate à Covid-19, realizou 32 mil consultas médicas, atendimentos psicológicos e consultas de enfermagem. Médicos, enfermeiros, psicólogos, professores e estudantes das universidades estaduais do Paraná atuam nas diferentes etapas de atendimento da plataforma.

Desde o início da pandemia, o Estado investe em diferentes ações de prevenção e combate à doença. O fortalecimento do serviço de telessaúde está entre as principais iniciativas. A plataforma oferta assistência médica e psicológica, acompanhamentos de doenças crônicas, além de informações oficiais sobre o novo coronavírus.

Disponível para Android e iOS, o aplicativo foi desenvolvido em duas fases. Na primeira, a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em parceria com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), criaram o Telemedicina PR.

Em novembro de 2020, na nova fase do projeto, a tecnologia foi substituída pelo Saúde Online Paraná, com novas funcionalidades e possibilidade de acompanhamento clínico dos pacientes. A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Estado da Saúde e dos conselhos regionais de Medicina e de Psicologia.

O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, destaca que a população pode agendar uma consulta médica sem sair de casa, evitando aglomerações em hospitais e Unidades de Saúde. “Estamos utilizando toda a expertise das nossas universidades para ofertar um serviço gratuito e de qualidade para população. Sabemos que a telessaúde é uma importante modalidade de atendimento online que tende a perdurar para além da pandemia que vivemos”, afirmou.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça a importância do Telessaúde. "Utilizar as ferramentas e os instrumentos da tecnologia para facilitar o acesso das pessoas ao atendimento da saúde é fundamental. Especialmente quando conseguimos democratizar os serviços. Temos hoje um grande número de paranaenses utilizando o aplicativo, fazendo com que a população seja assistida também remotamente", completou.

Para a coordenadora do Saúde Onli e Paraná e professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Daniela Frizon Alfieri, o aplicativo contribui no controle da pandemia, evitando que os pacientes com quadros leves saiam do isolamento para procurar atendimento presencial.

“Casos confirmados ou suspeitos da Covid-19 podem permanecer em isolamento em suas casas e evitar a circulação do vírus. O atendimento remoto ajuda na diminuição da pressão nos sistemas de saúde, um dos principais pontos de preocupação dos gestores desta área. O projeto deixará um legado importante para o Paraná”, disse a professora.

MULTIPROFISSIONAL – A telessaúde é um segmento que utiliza Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na atenção multiprofissional a pacientes. O serviço possibilita o diagnóstico clínico de forma remota, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos a distância.

Médico bolsista do aplicativo, Joubert Artifon Silva afirma que o serviço tem demonstrado ótima recepção por parte da população. Artifon reforça que o amplo atendimento é uma oportunidade de conhecer melhor as diversas manifestações da Covid-19 e de correlacionar dados clínicos dos pacientes com o prognóstico da doença.

“É possível diagnosticar e orientar os pacientes de maneira adequada, principalmente, com a certificação digital das receitas, atestados e solicitações de exame. Assumimos essa responsabilidade de levar orientações médicas de qualidade, fundamentadas na ciência e adequadas ao contexto de cada paciente”, afirmou.

FUNCIONALIDADES – Os cidadãos cadastrados no aplicativo podem incluir familiares que não têm dispositivos móveis com acesso à internet. Depois do cadastro, os pacientes passam por uma triagem, selecionando uma das seguintes opções: suspeita de Covid-19, retorno de Covid-19 positivo e contato com Covid-19 positivo.

De acordo com o resultado da triagem, o paciente pode ser encaminhado a uma unidade de pronto atendimento ou fazer uma consulta remota com os médicos da plataforma, no período de 8h às 23h, diariamente. As consultas acontecem pelo próprio aplicativo.

Caso seja necessário, os médicos podem prescrever medicamentos e emitir atestados digitais. Os profissionais têm acesso ao histórico completo de consultas anteriores, antecipando diagnósticos e prognósticos.

 

O número de leitos de UTI abertos no período da pandemia é superior ao número de leitos criados nos últimos 20 anos. O Governo do Estado destinou R$ 163,2 milhões na ampliação da estrutura da rede hospitalar nas regionais de saúde, com incremento de leitos em hospitais públicos e particulares que atendem pelo SUS.

Coronavírus: Após passar de mil leitos de UTI, Paraná garante ampliação -  Agência Estadual de Notícias

 

 

Prestes a completar um ano desde o anúncio das primeiras medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19, o Governo do Paraná já abriu 3.616 leitos exclusivos para pacientes com casos confirmados ou suspeitos da doença. Este é o número de leitos ativos até a manhã desta quarta-feira (3), o maior desde o início da pandemia, mas a previsão da Secretaria de Estado da Saúde é colocar mais 155 em operação nas próximas semanas.

O número de leitos de UTI abertos no período é superior ao que foi criado nos últimos 20 anos no Estado. Instalada gradualmente, conforme o avanço dos casos no Paraná, a estrutura já foi utilizada por cerca de 55 mil pessoas que foram hospitalizadas para tratar das complicações da Covid.

O Governo do Estado destinou R$ 163,2 milhões na ampliação da rede hospitalar nas 22 Regionais de Saúde, com incremento de leitos em hospitais públicos e particulares que atendem pelo Sistema Únicos de Saúde (SUS). Com a escalada dos contágios nas últimas semanas, o Estado mantém a ampliação das UTIs e enfermarias.

“Desde os primeiros casos, tivemos a estratégia de ampliar o atendimento regional e disponibilizamos leitos para todo o Estado. Apostamos em melhorar o que já existia e não abrimos hospitais de campanha, que custam muito e acabam não sendo incorporados à estrutura de saúde”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Mas os recursos são finitos. Os profissionais de saúde trabalharam de maneira árdua ao longo do último ano, está cada vez mais difícil para as equipes da linha de frente”.

INCREMENTO – Mesmo assim, houve um incremento de 630 leitos somente neste ano, quase metade deles ativada na última semana pelo Governo do Estado. Além dos novos leitos – 251 de UTI e 379 de enfermaria, outros 155 estão previstos para entrarem em operação nas próximas semanas, sendo 67 de UTI. 

Até a terça-feira (2), a taxa de ocupação das UTIs estava em 92% no Estado, com situação mais crítica na Macrorregião Oeste, que chegou a 97%. “Nosso planejamento é baseado em estudos que apontam os cenários da curva de contágio, mas a situação atual é pior que a previsão mais pessimista. A taxa de ocupação está muito alta e o sistema está operando dentro do limite”, explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

 

HISTÓRICO – Os leitos exclusivos começaram a ser ativados em março do ano passado e foram disponibilizados aos poucos, conforme a demanda. O primeiro anúncio de expansão aconteceu em 26 de março, com a criação de 264 leitos exclusivos. No dia seguinte, já havia 1.192 leitos ativos, incluindo 15 UTIs pediátricas. Até o final daquele mês, o cenário no Paraná era de 185 casos confirmados e apenas três mortes.

Um mês depois, no final de abril, o Estado atingia 1.407 confirmações e 86 óbitos e tinha mais leitos ativos do que pessoas contaminadas: eram 1.704 unidades, sendo 574 UTIs e 1.130 enfermarias adulto e pediátricas.

Em junho, o Governo do Estado deu início a uma nova estratégia de expansão da rede de retaguarda, com a entrega, antes do prazo final, de três hospitais no Interior. Os Hospitais Regionais de Guarapuava, no Centro-Sul; Ivaiporã, no Vale do Ivaí, e de Telêmaco Borba, tiveram suas obras aceleradas e passaram então a fazer o atendimento dos pacientes com Covid.

O avanço da pandemia no Estado, com o já esperado aumento na demanda do sistema hospitalar durante o inverno, influenciou na oferta de leitos. No final de junho, o Paraná superava a marca de 22 mil pessoas contaminadas e contava com 636 óbitos. O número de leitos abertos chegava a 2.177.

Junto à ascensão da curva de contágio, também houve um primeiro pico de leitos disponibilizados. Em 19 de agosto, havia 2.783 leitos ativos no Paraná, o maior até então, com o número de UTIs (1.150) já mais próximo aos de enfermaria (1.663). O Estado contava então com 108.659 casos confirmados. A média móvel, porém, vinha caindo, com 1.723 casos e 28 óbitos diários ao longo de uma semana.

A redução das taxas de infecção fez com que a Secretaria de Estado da Saúde desativasse alguns leitos gradualmente, movimento que durou até meados de novembro. Do início até o final daqueles mês, as unidades ativas passaram de 2.080, no dia 3, 2.559 unidades no dia 30, número que desde então só cresceu.

SITUAÇÃO ATUAL – O Paraná já começou 2021 com sinal de alerta ligado e atravessa atualmente o período mais crítico. Desde meados de janeiro, o número de leitos ofertados pela Secretaria da Saúde passou dos 3 mil ativos. O total disponível atualmente é o maior desde então. São 3.616 leitos: 1.405 UTIs e 2.211 clínicos, com a expectativa de expansão nas próximas semanas para dar conta da demanda.

 

O coronel Hudson Leôncio Teixeira assume o comando-geral da corporação. O governador participou da cerimônia e destacou que a PMPR trabalha diariamente em prol da população paranaense. Ele também citou a redução nos índices de criminalidade e o apoio nas ações para conter a pandemia

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta-feira (12) da cerimônia de posse do coronel Hudson Leôncio Teixeira como comandante-geral da Polícia Militar do Paraná. O ex-comandante, coronel Péricles de Matos, foi para a reserva remunerada da corporação. A cerimônia aconteceu na Academia Militar do Guatupê, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

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