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O governo do Paraná está investindo cerca de R$ 20 milhões para reformar duas importantes rodovias da região Norte do estado. Um trecho de 28,7 quilômetros da PR-466 entre Jandaia do Sul e Kaloré está recebendo obras de renovação até a primeira quinzena de setembro. São R$ 10,35 milhões em investimentos do Governo do Estado que beneficiarão diretamente cerca de 40 mil pessoas.

Outra rodovia que está em obras na região é a PR-317. Cerca de R$ 9,5 milhões estão sendo investidos na recuperação de 35 quilômetros da estrada, que passa pelos municípios de Santo Inácio, Nossa Senhora das Graças e Santa Fé.

Os trabalhos na PR-466 começaram na divisa dos municípios de Borrazópolis e Kaloré, na ponte sobre o Rio Bom. O próximo trecho a receber obras tem cerca de cinco quilômetros e está localizado no entroncamento da PR-466 com a BR-369, já no município de Jandaia do Sul.

“O serviço está ficando a contento, bem certinho. Comparando com a condição anterior da pista, agora está 1000% melhor”, comemorou Dulio Mario, que trabalha perto da entrada do município de Marumbi. “Está todo mundo elogiando o trabalho”, finalizou.

Entre os serviços realizados na rodovia estão a recuperação superficial de alguns trechos e recuperação profunda onde é necessário. Além disso, a via está recebendo revestimento de concreto betuminoso usinado à quente e reperfilagem. Logo depois que os trechos ficam prontos, acontece a pintura da sinalização horizontal.

TRANQUILIDADE– A PR-317 é uma importante via que liga Maringá ao interior de São Paulo e beneficia diretamente quase 25 mil pessoas nas três cidades onde os trabalhos acontecem.

A PR-317 foi a escolha do paulista Cícero Aparecido Cruz para visitar o Paraguai. “Se continuar assim a gente vai andar sossegado pois não vai estourar pneu, não vai sofrer acidente e é um benefício para o motorista. A gente precisa de estradas assim em nosso país”, explicou.

Os trabalhos de recape começaram no entroncamento da PR-317 com a PR-463 no município de Santo Inácio. Restam recuperar nove dos 35 quilômetros no trecho final, que vai até o entroncamento com a PR-458, na cidade de Santa Fé. Esta obra deve ficar pronta até a segunda quinzena de setembro.

A via está recebendo obras de recuperação superficial e profunda, reperfilagem e execução de revestimento de concreto betuminoso usinado a quente. Além disso, as sarjetas e a sinalização horizontal deste trecho da rodovia estão sendo renovadas.

“A região próxima à Maringá é fundamental para o estado. Temos um fluxo muito grande de veículos por ali e estamos investindo regularmente para garantir segurança e comodidade para os motoristas”, diz o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

Pelo quarto mês consecutivo, o Paraná registrou resultado positivo no emprego formal, com um saldo de 6.742 empregos em abril, mostram dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (16) pelo Ministério do Trabalho. Com isso, o Paraná fechou o quadrimestre com saldo (diferença entre contratações e demissões) positivo de 22.803 vagas. As contratações do setor de serviços e da indústria da transformação puxaram o resultado. 

“Sem dúvida mais uma notícia positiva para o Paraná, que se consolida como um estado que fez o dever de casa e que agora colhe os frutos do que realizou”, afirma o secretário da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Artagão Junior. 

O saldo no quadrimestre confirma a tendência de melhora do mercado de trabalho, de acordo com Suelen Glisnki Rodrigues dos Santos, economista do Observatório do Trabalho, da Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos. No mesmo período do ano passado, o Paraná registrava um saldo negativo de 5.994 vagas.

“Os dados do quadrimestre mostram uma tendência de retomada. Se mantidas as atuais condições, devemos ter mais saldos positivos nos próximos meses”, diz ela.

NO ANO – Nos primeiros quatro meses, o setor de serviços foi o que mais criou oportunidades de empregos formais no Estado, com um saldo final positivo de 10.845 postos. Em seguida vem a indústria de transformação, com 10.540 postos, e a construção civil, com 2.053 vagas. 

“Apenas mais três Estados – Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás – tiveram saldos positivos desde o início do ano no País. Os resultados positivos constantes no Paraná indicam uma recuperação sólida”, ressalta Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes). 

As atividades de fabricação de açúcar (saldo de 2.765 postos), abate de aves, suínos e outros pequenos animais (2.111 postos) e confecção de peças do vestuário (1.325 postos), foram as que mais contrataram.

DESTAQUE NACIONAL – Especificamente em abril, Curitiba foi a cidade do Estado com maior saldo, abrindo 616 vagas, à frente de Maringá (450) e Umuarama (394). Na capital, as vagas foram ofertadas em maior número na construção civil (317 postos), seguido de serviços (275 postos). Entre as atividades, destaque para restaurantes (300 postos), montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (197) e construção de rodovias e ferrovias (182). 

No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, a Região Metropolitana de Curitiba ficou em primeiro lugar no ranking de emprego formal no País com saldo de 2.707 vagas no quadrimestre

O governador Beto Richa anunciou nesta quarta-feira (12/04) o pagamento de residuais de promoções e progressões para servidores que adquiram o direito ao benefício antes de dezembro de 2016. “Vamos quitar em 2017 todos os avanços de carreira de todas as categorias do funcionalismo”, afirmou o governador. 

Richa destacou que o orçamento desde ano reserva cerca de R$ 1,4 bilhão para o pagamento de promoções e progressões ao funcionalismo. Em janeiro, o Estado implantou benefícios que vão representar R$ 712 milhões no ano (R$ 59,4 milhões/mês). A partir de junho, começam a ser pagos mais R$ 518 milhões (R$ 74 milhões/mês), em sete parcelas. Ainda em 2017, serão quitados R$ 130 milhões em benefícios que serão adquiridos no atual exercício. 

“Estamos fazendo todo o esforço necessário para cumprir os compromissos assumidos com o funcionalismo. Vivemos um período de crise e de ajustes, mas adotamos medidas que permitem ao Paraná viver uma situação diferente da maioria dos demais estados brasileiros”, afirmou o governador. 

O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, diz que a decisão do governador de acertar a remuneração de todos os servidores comprova, mais uma vez, que o Estado respeita e valoriza seus funcionários. “Muitos Estados não conseguem sequer honrar a folha do mês. Se não fosse o ajuste fiscal, isso poderia estar acontecendo também no Paraná”, comenta Costa. 

Ele lembra que a crise econômica continua impactando negativamente a arrecadação. “Mas, ao mesmo tempo em que cumprimos o que foi prometido ao funcionalismo, continuamos empenhados em reduzir despesas, aumentar receitas e propiciar serviços de qualidade aos paranaenses”, completa. 

A secretária da Administração e da Previdência, Marcia Carla Pereira Ribeiro, reforçou a importância de o Estado saldar essa pendência. "A administração pública precisa ter a visão direcionada para o futuro. É isso que temos feito e, a partir de agora, com muito mais intensidade", afirmou. 

BENEFÍCIOS - A progressão, no serviço público, é a mudança de uma referência salarial para outra imediatamente superior, obedecidas as condições previstas em legislação específica, própria da carreira a que pertence o servidor. Já a promoção é a elevação do servidor à classe/nível imediatamente superior àquela a que pertence, também obedecidas as condições previstas na legislação de cada carreira.

 

A inadimplência vem caindo no Paraná. Dados do Banco Central mostram que a taxa encerrou dezembro do ano passado em 2,69% nas operações de pessoas físicas no Estado. Trata-se do menor índice desde maio de 2015 (2,77%). O nível do Paraná também ficou abaixo da média nacional, de 3,46%. 

Os dados referem-se a todas as operações de crédito no mercado, incluindo recursos livres - como financiamento de veículos, cartão de crédito, crédito consignado e cheque especial - como direcionados, que abrangem operações para compra de imóveis, como o Minha Casa, Minha Vida, operações rurais e créditos do BNDES. 

O conceito de inadimplência utilizado pelo Banco Central abrange operações de crédito que apresentam pelo menos uma parcela de pagamento com atraso superior a 90 dias, como proporção do valor total das operações de crédito. Atualmente, as pessoas físicas do Paraná têm R$ 119,7 bilhões em créditos contratados nas instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN). 

QUEDA - A inadimplência no Estado vem caindo desde abril de 2016, quando estava em 3,18%, e segue na direção contrária ao do desempenho no Brasil, cuja taxa continuou a oscilar em patamares mais elevados. 

“A queda da inadimplência no Estado revela que as famílias estão conseguindo reorganizar seus orçamentos e gastos, apesar da crise. A taxa de desemprego mais baixa que a média brasileira e a renda um pouco menos afetada pela recessão ajudam a explicar esses números”, diz o diretor-presidente do Ipardes, Julio Suzuki Júnior. 

Para ele, com a redução recente da taxa de juros, a expectativa é que a taxa de inadimplência caia ainda mais ou se mantenha em patamares baixos. Com juros menores, de acordo com ele, as famílias terão melhores condições para reequilibrar suas contas nos próximos meses. “Organizar as contas é o primeiro passo para as famílias antes de voltarem a consumir. A queda na inadimplência é, portanto, um estágio importante para a retomada da economia. Porque um dos principais motores do crescimento no Brasil é o consumo”, diz.

1ª audiência da operação em 2017 foi de ação que envolve Antônio Palocci.
Defesas e MPF também lamentaram a morte do ministro do STF.

O juiz federal Sérgio Moro participou nesta segunda (31) do Fórum Exame “Prepare-se para Planejar 2016 e Superar a Crise” (Foto: Felipe Rau / Estadão Conteúdo)

Na primeira audiência da Lava Jato de 2017, realizada nesta quarta-feira (1º) na Justiça Federal de Curitiba, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da operação em primeira instância, prestou homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki. Ele morreu em 19 de janeiro, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. Teori era o relator das ações da Operação Lava Jato no STF.

Antes do início da audiência, o magistrado registrou seu pesar pelo falecimento de Zavascki. “Consignou as sua homenagens ao magistrado pela sua independência, honradez conhecimento jurídico”, diz o termo da audiência publicado no site da Justiça Federal.

Ainda de acordo com o documento, as defesas e o Ministério Público Federal (MPF) também prestavam homenagens ao Ministro.

Moro ouviu duas testemunhas de acusação em um processo da 35ª fase que envolve o ex-ministro Antônio Palocci.

Moro na lista tríplica da Ajufe
Sérgio Moro foi o mais votado em uma lista tríplice feita pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) com sugestões de nomes para substituir o ministro Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF).

Além de Moro, compõem a lista o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca e o desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) de São Paulo Fausto Martin De Sanctis, que também conduziu uma operação de repercussão, a Satiagraha.

Em nota divulgada na tarde desta quarta, o magistrado se disse honrado por estar ao lado de "tão ilustres magistrados federais" na lista. Moro diz ainda que o fato reflete o apoio dos magistrados federais à Operação Lava Jato.

Veja a nota de Sérgio Moro na integra:
"Foi uma grande honra figurar na lista tríplice ao lado de tão ilustres magistrados federais, como o Min. Reynaldo Fonseca e o Des. Fausto de Sanctis, além de todos os demais previamente selecionados. Mais relevante, reflete o apoio dos magistrados federais aos trabalhos na Operação Lavajato, o que é importante para que se possa prosseguir."

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Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da UTC (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia foi ouvido como testemunha de acusação em audiência da 35ª fase da Lava Jato (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Audiência da 35ª fase da Lava Jato
Foram ouvidos nesta quarta-feira o dono da empreiteira UTC Engenharia Ricardo Pessoa e o empresário Vinícius Veiga Borin. Os dois são delatores na Lava Jato.

O MPF pediu a desistência da oitiva de três testemunhas marcadas para esta quarta: o ex-diretor financeiro da UTC Walmir Pinheiro Santana e outras duas pessoas. A solicitação foi aceita e homologada.

Ricardo Pessoa
Em seu depoimento, Ricardo Pessoa afirmou que conhece Antonio Palocci e Branislav Kontic, ex-assessor do ex-ministro, mas negou que tenha discutido com os dois o pagamento de propina.

Ao MPF, o empreiteiro voltou a confirmar pagamento de propina ao Partido dos Trabalhadores (PT) por meio do ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto.

Questionado sobre o consórcio formado pela UTC, Odebrecht e OAS no Estaleiro Enseada do Paraguaçu, Pessoa disse que, apesar dos pedidos de Vaccari, não houve pagamento de propina neste contrato. “O combinado [com a Odebrecht e a OAS] era que não ia se pagar”, declarou o delator.

Ricardo Pessoa já foi condenado duas vezes na Lava Jato e sua pena já soma 18 anos e 8 meses de reclusão. No entanto, o acordo de colaboração premiada prevê que ele cumpra a pena no regime aberto diferenciado até 17 de novembro de 2017.

A pena privativa de liberdade de Ricardo Pessoa ficou limitada ao período em que ele passou detido na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, de 14 de novembro 2014 a 28 de abril de 2015. Depois, até 14 de novembro de 2015, ele cumpriu regime domiciliar com o monitoramento da tornozeleira eletrônica. Desde então, o empreiteiro cumpre o regime aberto diferenciado.

 
OPERAÇÃO OMERTÀ
Palocci é preso na 35ª fase da Lava Jato

Vinicius Veiga Borin
Borin foi a segunda testemunha de acusação ouvida por Sérgio Moro nesta audiência. Ele é um dos sócios de uma empresa de consultoria que, segundo as investigações, era usada para movimentar contas de offshores da Odebrecht no exterior.

Borin chegou a ser preso na 26ª fase, batizada de "Xepa". O termo faz alusão ao apelido que os suspeitos usavam para tratar de propina. Na ocasião, o MPF investigou o chamado "setor de operações estruturadas" da Odebrecht. Essa área, de acordo com os procuradores, servia exclusivamente à movimentação de recursos ilegais pela empreiteira, tais como pagamento de propinas e lavagem de dinheiro.

No depoimento, Borin disse que não controlava as offshores Klienfeld e Innovation – ligadas à Odebrecht, segundo as investigações. De acordo com o relato do delator à Justiça, Olívio Rodrigues Júnior era o controlador das contas. “Eu só cumpria ordens do Olívio Rodrigues”, afirmou ao juiz Sérgio Moro.

Borin confirmou que as duas contas serviam às transações financeiras da Odebrecht.

Olívio Rodrigues Júnior é apontado pelas investigações como um dos operadores das contas secretas mantidas pelo Grupo Odebrecht no exterior. Ele é réu na mesma ação penal que Palocci e responde pelo crime de lavagem de dinheiro.

Suspeitas de propina
As suspeitas sobre Palocci na Lava Jato surgiram na delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Ele disse que, em 2010, o doleiro Alberto Youssef lhe pediu R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha presidencial da ex-presidente Dilma Rousseff. O pedido teria sido feito por encomenda de Palocci. Youssef cumpre pena em regime domiciliar.

No caso específico da denúncia, a denúncia trata de pagamentos feitos para beneficiar a empresa SeteBrasil, que fechou contratos com a Petrobras para a construção de 21 sondas de perfuração no pré-sal. O caso foi delatado pelo ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco.

O MPF acredita que o valor pago pela Odebrecht a título de propina pela intermediação do negócio chegou a R$ 252.586.466,55. Esse valor foi dividido entre as pessoas que aparecem na denúncia. Em troca disso, a Odebrecht firmou contratos que, somados, chegaram a R$ 28 bilhões.

Resultado de imagem para compra carro usado

No último ano, mais paranaenses preferiram comprar veículos usados, ao invés de investir no carro zero. Dados do Detran (Departamento de Trânsito do Paraná) mostram que foram 1.685.716 veículos transferidos ou comprados com troca de município ou de Estado. Ao mesmo tempo, foram 236.594 veículos novos registrados pela primeira vez. 

O número de primeiros emplacamentos em 2016 é menor registrado pelo Detran desde 2012, quando foram 467.926 processos - queda de quase 50%. Para o economista e doutor em Negócios, Carlos Bittencourt, entre os motivos está a crise financeira no país. “Com a instabilidade econômica no Brasil, as famílias passaram por reajustes orçamentários. Além disso, a facilidade de compra e a ampla oferta de carros usados e seminovos tornaram esta opção mais vantajosa”, aponta. 

A menor procura por automóveis zero quilômetro é uma tendência verificada nos últimos três anos no Estado. Em 2014, foram 201 mil primeiros emplacamentos. No ano seguinte, esse número caiu para 136 mil e chegou a 101 mil em 2016. 

O emplacamento de caminhões, ônibus e motocicletas também apresentou queda no período: - 62%, -58% e -29%. Os ciclomotores foram a única categoria que registrou alta e teve aumento de 164% nos registros. Para o Detran, a diferença está relacionada à regulamentação do licenciamento e da habilitação do tipo ACC, em março de 2016.

MUNICÍPIOS - As cinco cidades com as maiores frotas do Estado tiveram queda no primeiro emplacamento, na comparação entre 2015 e 2016. Em Curitiba a queda foi de 88 mil processos para 63 mil (- 28%). Em Londrina, de 15 mil para 12 mil (- 21%); em Cascavel, de 6 mil para 5 mil (- 15%); em Ponta Grossa, de 7 mil para 6 mil (-16%); e em Maringá, de 14 mil para 13 mil (- 12 %).

USADOS - O comércio de veículos seminovos ou usados também teve queda nos últimos três anos no Estado. Em 2014, o Paraná registrou 1.885.832 transferências. No ano seguinte, foram 1.793.743 e, em 2016, 1.686.716. 

“O bolso pesou bastante na decisão dos paranaenses. Mesmo quem já tinha carro economizou e optou pela manutenção, ao invés da troca. Ainda assim, os clientes fizeram mais a manutenção necessária, deixando para depois toda troca de peças e serviço que pudesse esperar”, diz Wilson Bill, presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado (Sindirepa). 

Para o vice-presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado do Paraná (Assovepar), Antonio Gilberto Deggerone, a expectativa é que a venda de veículos usados seja estabilizada nos próximos anos. “Os indicadores e a própria economia estão conduzindo o nosso mercado para uma estabilização e recuperação gradativa. O cenário mais difícil já passou”, acredita. 

SEGURANÇA - Quem estiver pensando em trocar de carro em 2017 e optar por um seminovo ou usado, deve tomar algumas precauções. “O primeiro passo é escolher uma revendedora idônea, pedir por veículos com certificado de periciado e levar em uma oficina de confiança para avaliação”, orienta o diretor-geral do Detran, Marcos Traad. 

No site do Departamento também é possível saber mais sobre o histórico do veículo. No site www.detran.pr.gov.br, na aba Veículos, existem as consultas de Cadastro de Restrições e Extrato de Débitos (com base no número de chassi e Renavam), além do link “Verifique se o Veículo é Sinistrado”, que usa dados da Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) e informa se o automóvel ou moto já sofreu acidente de grande monta, perda total ou incêndio, por exemplo. 

COMPARATIVO - Pensar nas necessidades da família, preços e custos totais envolvidos no processo de compra ou troca do veículo também ajuda na hora de decidir entre o carro novo ou usado. É importante colocar no papel também os gastos com emplacamento, seguro, transferência e manutenção. 

Para a assistente administrativa Liriane Kämpf, a relação custo-benefício pesou na hora da compra de um usado. “O carro que eu comprei tinha nove anos de uso, mas estava em bom estado de conservação. Além disso, a maioria das peças do carro ainda era original. Precisei trocar somente um dos amortecedores. Tudo isso, influenciou na decisão”, afirma.

Se a opção for por manter o carro próprio e não trocar por outro, nem novo, nem usado, a manutenção é essencial. “Tenha um mecânico de confiança e realize os serviços necessários periodicamente, além das manutenções antes de pegar a estrada para viagens longas”, alerta o coordenador de veículos do Detran, Herivelto do Carmo.


O governador Beto Richa liberou R$ 4 milhões para a prefeitura de Curitiba comprar medicamentos básicos para as 110 unidades de saúde e as nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. O recurso foi anunciado nesta terça-feira (3), no Palácio Iguaçu, e já está depositado na conta da prefeitura. O governador também entregou insumos e materiais médicos para suprir a necessidade emergencial das UPAs e unidades básicas. 

De acordo com Richa, este repasse extra é para atender de forma emergencial a área da saúde da capital, que se encontra em situação crítica. “Para não deixar a população de Curitiba padecer, estamos dando esse apoio emergencial exclusivo para a compra de medicamentos, que vão abastecer a rede municipal de saúde, que hoje está comprometida”, afirmou o governador. 

“Há uma grave crise na área da saúde de Curitiba, com Unidades de Pronto Atendimento paralisadas e falta de medicamentos básicos. É uma situação muito preocupante e não poderíamos deixar de socorrer, como fizemos no ano passado com o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná”, afirmou Richa. 

FARMÁCIA DO PARANÁ - O secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, explicou que o recurso é para compra de medicamentos para pacientes hipertensos e diabéticos, antibióticos, analgésicos e antitérmicos. O investimento é uma das estratégias do Programa Farmácia do Paraná, do Governo do Estado, criado para promover o acesso da população a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade. Entre os insumos e materiais médicos entregues estão luvas, seringas, gaze, fraldas geriátricas, entre outros itens. 

“Estamos buscando alternativas para fazer uma nova injeção de recursos no sistema de saúde municipal e estabilizar a situação de Curitiba”, afirmou Caputo. “O que foi feito na última gestão da saúde da capital está na contramão do que acontece no restante do Paraná, que vem diminuindo os índices de mortalidade e conta com bons serviços de urgência e emergência”, destacou. 

DOIS MESES – O secretário municipal da Saúde, João Carlos Baracho, explicou que o montante de recurso garante o socorro às UPAs e unidades de saúde pelos próximos dois meses. “Encontramos a rede de postos de saúde desabastecida, sem medicamentos, com falta de insumos e equipamentos em situação precária”, contou. “Queremos dar qualidade no atendimento à população e este gesto de atuação conjunta com o Governo do Estado significa um grande presente a Curitiba e a sinalização de que teremos uma saúde plena para todos os curitibanos”, afirmou Baracho. 

PRESENÇAS – O deputado federal Luciano Ducci e o vereador Pier Petruzzielo participaram da solenidade.

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