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Informação é do diretor do Departamento Penitenciário do Paraná.
Agente penitenciária é mantida refém Piraquara deste a noite de quinta (9).

 

Após um policial detonar um dispositivo de fumaça no Presídio Central Estadual Feminino de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, na manhã desta sexta-feira (10), todas as detentas se rebelaram, de acordo com o diretor do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), Luiz Alberto Cartaxo.

Segundo Cartaxo, a tropa de choque da Polícia Militar (PM) entrou na parte do presídio onde as presas estavam concentradas para adotar os procedimentos para a libertação da agente penitenciária mantida refém, quando o policial detonou o dispostivo de fumaça. A partir de então, a rebelião tomou conta da unidade.

O diretor do Depen disse que a penitenciária tem aproximadamente 400 detentas

No início da manhã, conforme o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), entre 180 e 190 presas estavam rebeladas, das galerias B e C. O número também tinha sido confirmado por Cartaxo.

Às 14h15, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) informou que a negociação continuava para o fim da rebelião e a libertação da refém.

Como começou
De acordo com o Sindarspen, uma agente penitenciária começou a ser feita refém no início da noite de quinta (9). Ela foi chamada por uma detenta que estava gritando e que a rendeu com um pedaço de caco de vidro.

A presa pegou o molho de chaves da agente penitenciária e abriu todas as celas da galeria C, que abriga 120 presas.

Ainda segundo o Sindarspen, presas da galeria B também se rebeleram.

Negociação
Uma equipe de negociação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) está local desde a noite de quinta-feira, quando a confusão começou.

Além do Bope, também estão no presídio representantes da chefia do Depen, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil e do Conselho da Comunidade na Execução Penal da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba.

Nota do Departamento Penitenciário do Paraná
O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) informa que retomou as negociações com as presas da Penitenciária Feminina de Piraquara após um incidente dentro da unidade – quando foi detonado um artefato. O Diretor do Depen, Luiz Alberto Cartaxo de Moura, assim como o juiz da Vara de Execuções Penais (VEP), estão se deslocando até a unidade prisional para ouvir as reivindicações das presas.

Desde o fim da tarde de quinta-feira (9) uma agente penitenciária é feita refém. Até o momento não há informações sobre feridos. Por questão de segurança, algumas detentas que estavam isoladas (seguro) foram transferidas.

Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), unidade de elite da Polícia Militar, estão à frente da negociação com as presas. A Direção da unidade prisional e o SOE (Seção de Operações Especiais) acompanham as negociações.

Por motivo de segurança dos familiares, as visitas foram suspensas no Complexo Penitenciário de Piraquara até que seja restabelecida a normalidade.

A Penitenciária Feminina de Piraquara tem capacidade para 370 detentas e abriga atualmente 440.

Presídio Central Estadual Feminino de Piraquara (Foto: Dulcineia Novaes)Detentas do Presídio Central Estadual Feminino de Piraquara se rebelaram (Foto: Dulcineia Novaes)

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