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(Arte: CORREIO)

Ex-presidente está em cela com TV e banho quente

O ex-presidente Lula está desde a noite de sábado (07) em uma cela especial, com TV, 15 metros quadrados de área e banho quente, na Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, o berço da Operação Lava Jato.

Em sua primeira noite preso, o ex-presidente Lula dormiu tranquilamente e não foi maltratado pelos agentes do local, segundo nota divulgada neste domingo (08) pelo Partido dos Trabalhadores (PT). 

"Continua sereno e tranquilo. Sua força vem do carinho do povo e ela alimenta de volta esse sentimento", afirma a nota.

Após dois dias entrincheirado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, ele saiu à pé e se entregou às 18h40 de sábado (7) aos agentes da PF. Passou por exame de corpo de delito no serviço médico da Superintendência de São Paulo, no 10ª andar. De lá, partiu em helicóptero do governo estadual ao aeroporto de Congonhas, onde um monomotor da corporação o esperava. Às 20h46, o avião decolou para a terra da Lava Jato.

Foto: AFP/Mauro Pimentel
Lula chegou à Curitiba na noite de sábado (7) para cumprir a pena de 12 anos e um mês a que foi condenado (Foto: Mauro Pimentel/AFP) 

Na ordem de prisão, o juiz federal Sérgio Moro determinou que Lula ficasse em uma cela especial na carceragem da PF em Curitiba.Apesar de a ela preparada para Lula estar fisicamente isolada da carceragem, o tratamento em relação aos demais presos, caso ele venha a ser detido na PF, deve ser o mesmo dado aos demais presos da carceragem: café com leite e pão com manteiga pela manhã e quentinhas no almoço e na janta, com direito a alimentos especiais levados pela família uma vez por semana, dentro de uma lista pré-estabelecida pela polícia.

Na cobertura do prédio de quatro andares, no bairro Jardim Santa Cândida, um cômodo que servia de alojamento para policiais de outras cidades, em missão na capital paranaense, foi transformado nos últimos dois meses em cela especial para receber o petista.

O Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, que é unidade prisional do governo do Estado, onde estão a maior parte dos presos provisórios e alguns dos condenados da Lava Jato, foi descartada desde o início.

Arte: CORREIO

Como ex-presidente Lula tem direito a cela especial, cogitou-se um espaço no quartel do Exército, no bairro Pinheirinho, em Curitiba, mas a hipótese também foi desconsiderada por integrantes do grupo. Segundo apurou Estadão a solução de consensual foi a sede da PF, que reunia as condições ideais de segurança.

Cárcere
O dormitório na superintendência fica isolado da Custódia, onde estão encarcerados os demais presos da Lava Jato e os presos comuns, no segundo andar do prédio, uma exigência colocada na mesa. Na Custódia, estão hoje dois de seus ex-companheiros e atuais algozes: o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-diretor da Petrobrás Renato Duque – ambos colaboradores da Justiça.

 

O alojamento usado para federais em passagem por Curitiba tem cerca de 3 metros por 5 metros, banheiro próprio, com pia, privada e chuveiro quente, janelas pequenas de vidro, com grades de segurança doméstica. O dormitório contava com três beliches, uma mesa pequena e TV, segundo policiais que já dormiram no local.

Foto: Nelson Almeida/AFP

O ex-presidente Lula transformou sua prisão em um ato político no Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (Foto: Nelson Almeida/AFP)

O alojamento fica no último andar do edifício, que tem área menor do que os demais e está abaixo do heliponto. O andar é usado pelo Núcleo de Inteligência Policial, que lida com dados sensíveis de investigações.

Havia agentes em missão no alojamento, no início do ano, quando foram comunicados que teriam que deixar o local. Desde então, as beliches foram removidas, a mesa também. Sobrou uma cama e o colhão. As janelas dão acesso ao terraço do edifício, de onde se chega ao heliponto, mas estão isoladas.

Os contatos com os advogados, familiares e horas de banho de sol por dia devem ser os mesmos. Mas isso será decidido por Moro, em sua ordem de prisão, caso seja dada. Será ele também que estipulará se Lula terá que se apresentar em 48 horas, após a ordem, como fez com o último preso da Lava Jato que teve execução de pena cumprida, o ex-presidente da Engevix Gerson de Mello Almada, ou se optará por uma outra medida.

A passagem do ex-presidente pela cela preparada na PF de Curitiba também pode estar limitada aos primeiros dias de cárcere.
É que cumprida a ordem do TRF-4 por Moro, abre-se um processo de execução penal para Lula e o caso passa para a 12.ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela execução penal. Um pedido da defesa do ex-presidente levará o juiz da área a analisar se mantém o petista no local ou transfere ele para outra cidade, perto de sua residência.

Com a rejeição do habeas corpus de Lula no STF, a quinta-feira tem sido um dia de reuniões em Curitiba – na Justiça, no Ministério Público Federal e na PF.

fonte: Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

correio24horas

 

Estudantes do 1° ano do curso técnico em Energias Renováveis do Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, trabalham há um ano no protótipo de carro movido a energia solar. O experimento foi apresentado durante a terceira edição do “Dia de Campo e Feira de Profissões – Educação, Produção e Tecnologia” realizada pelo Centro nesta semana.

O projeto está em fase de pesquisa e adaptação. São duas baterias com capacidade de 12 volts cada, ligadas a um painel solar que pode captar até 40 volts e um carregador de carga que transfere a energia retida na placa solar para as baterias. Em seguida a energia armazenada é distribuída para uma ventoinha que faz o veículo funcionar.

O objetivo do trabalho é contribuir para pesquisas sobre energias alternativas ao uso de petróleo e outros combustíveis poluentes. As baterias carregam em aproximadamente oito horas e duram até 12 horas.

No entanto, o carro tem apenas uma redução de velocidade, o que o impede de carregar muito peso. “Estamos aprimorando a nossa pesquisa e esperamos implantar mais uma redução, já no próximo ano, para que o carro possa suportar o peso de uma pessoa adulta”, explicou o aluno Eduardo Pochapske, de 14 anos.

O trabalho é desenvolvido pelos estudantes Eduardo Pochapske, de 14 anos, Thiago Rodrigues da Rosa e Dirceu Cardoso de Almeida, ambos de 17 anos. Eles são orientados pelos professores Ricardo Strapasson e Rafael Guromazzo.

BRASÍLIA — Após uma sessão que durou mais de 10 horas, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, já na madrugada desta quinta-feira, o habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram seis votos contra e cinco a favor da liminar. O petista queria recorrer em liberdade de sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão do STF permite que Lula seja preso.

Negaram o habeas corpus os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Ficaram vencidos Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.

No final do julgamento, o ministro Marco Aurélio propôs que o salvo conduto que havia sido dado a Lula até a sessão desta quarta não fosse cassado imediatamente, mas apenas após a publicação do acórdão e julgamentos de eventuais embargos apresentados pela defesa. O plenário, que já se encaminhava para proclamar o resultado, reabriu as discussões, mas negou o pedido.

Em janeiro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmou a condenação de Lula, que havia sido determinada pelo juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Em 2016, o STF determinou que as penas de prisão podem começar a serem cumpridas após uma condenação em segunda instância — situação em que Lula está. A decisão, entretanto, foi provisória e ainda precisa ser confirmada. Cabe à presidente, Cármen Lúcia, decidir quando ocorrerá o julgamento. Alguns ministros, como Marco Aurélio, defendiam que as duas ações que tratam sobre o tema fossem analisadas antes do habeas corpus de Lula.

O fato de Cármen não pautar as duas ações influenciou diretamente o voto de Rosa Weber, considerado decisivo. Embora tenha votado em outras ocasiões contra a prisão após condenação em segunda instância, Rosa disse que respeita o entendimento vigente firmado pelo STF e, por isso, foi contra o habeas corpus.

— A colegialidade como método decisório em julgamentos em órgãos coletivos impõe, a meu juízo, aos integrantes do grupo, da assembleia ou do tribunal, procedimento decisório distinto daqueles a que submetido o juiz singular — afirmou a ministra, acrescentando: — Vozes individuais vão cedendo em favor de voz institucional objetiva, desvinculada das diversas interpretações jurídicas colocadas na mesa para deliberação.

O primeiro a votar foi o relator, ministro Edson Fachin, que considerou que uma eventual prisão de Lula não seria ilegal porque estaria baseada na decisão do STF de 2016.

— Não verifico ilegalidade, abusividade ou teratologia no ato coautor e meu voto é no sentido de denegar a ordem — afirmou.

A divergência foi aberta por Gilmar Mendes, segundo a votar. Ele defendeu que Lula fique em liberdade até que o seu caso seja analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em 2016, Gilmar votou pela execução da pena após a condenação em segunda instância. Agora, ele defende que isso ocorra apenas após o julgamento no STJ. Em seu voto, o ministro justificou essa mudança, citando a realidade das prisões do país, e ainda criticou as pressões da imprensa sobre o julgamento desta quarta.

Segunda etapa da Stock Car acontece no dia 8 de abril no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais

Os fãs de automobilismo podem se preparar, porque a segunda etapa da Stock Car acontece no domingo, dia 08 de abril no Autódromo Internacional de Curitiba, que fica Pinhais, na região metropolitana. Na sexta-feira (06) e no sábado (07) os carros entram na pista para a verificação e montagem dos sistemas dos carros e fazem treinos livres no autódromo. Entretanto, quem comprar o ingresso para a corrida de domingo poderá assistir aos treinos livres do sábado. Na sexta-feira o autódromo não estará aberto ao público.

 

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O grid da Stock Car traz várias estrelas do automobilismo para Curitiba. Entre os pilotos estão Rubens Barrichello, Antonio Pizzonia, Ricardo Zonta, Tarso Marques, Lucas di Grassi, Nelsinho Piquet e Cacá Bueno.

No sábado acontecerá um treino livre a partir das 8h e o classificatório começa às 11h  No domingo, a programação começa às 9h15 para uma hora de visitação aos boxes para os torcedores que adquiriram o passe para percorrer a área dos boxes para autógrafos e fotos com os pilotos. A primeira largada acontece às 11h40. Já a segunda prova começa às 12h05.

Ingressos

Os ingressos para a Stock Car estão disponíveis na internet ou na loja FNAC no ParkShopping Barigui. As bilheterias do autódromo também estarão abertas a partir do sábado. A entrada para as arquibancadas custa R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Já os ingressos que vão direito à visitação dos boxes e a fotos com os pilotos custam R$ 130, sem direito a meia-entrada. O camarote, que tem serviço de open bar, open food e televisores custa R$ 370, sem direito a meia-entrada. O camarote também dá direito a visitação dos boxes, em horário pré-determinado pela organização. Outra opção, esta mais exclusiva, é o Grid Experience, que sai por R$ 840, sem meia entrada também. Com este ingresso, o espectador tem acesso ao grid de largada, juntamente com os mecânicos e os pilotos, além de poder visitar os boxes e tirar fotos. 

 

 
 

A Polícia Militar (PM) prendeu um grupo suspeito de furtar o supermercado Condor em Pinhais, na Rua Jacob Macanhan, na região metropolitana de Curitiba. O crime foi cometido por volta de 3h30 da madrugada desta terça-feira (3) e os criminosos usaram um Fiat Fiorino dos Correios roubado da Agência Centenário, no bairro Cajuru, para invadir o supermercado. O alvo da ação eram produtos eletrônicos: só de celulares a PM recuperou 51, além de 9 TVs, 4 videogames X-Box e 4 videogames Play Station.

Após receber o alerta de furto, equipes do 12º Batalhão da PM iniciaram a perseguição. Por volta de 4h30, os suspeitos foram localizados no bairro Prado Velho, entrando em uma residência. Na abordagem, os suspeitos tetaram fugir, pulando muros de casas, mas foram detidos. Na casa, a PM prendeu mais pessoas e encontrou mais produtos fruto de furtos. No total, foram presas sete pessoas - seis homens e uma mulher - e um menor de idade foi apreendido.

Na última quarta-feira (28) em cerimônia realizada na sede da Guarda Municipal foi realizada a troca de comando da corporação. O evento contou com a presença de diversas autoridades e marcou a entrada de Dorival Selbach Junior e a saída de Juarez Aparecido dos Santos da superintendência da GM de Pinhais.

Estiveram presentes na cerimônia, o secretário de Governo, Ricardo Pinheiro; Coronel da Reserva da Polícia Militar e Corregedor da Guarda Municipal, Irineu Ozires Cunha; Capitão Adriano Lúcio, Comandante da 5ª Cia da PM; Capitão BM Flavio Ferreira Machado, do 3º Subgrupamento de Bombeiros; vereador Filho e o diretor do Departamento de Segurança Pública e Patrimonial de Pinhais, Otávio Cancio do Amaral.

Durante o mês de março a Prefeitura de Pinhais realizou mais uma edição do Mutirão de Saúde para atender pacientes que aguardavam atendimento em algumas especialidades médicas. Ao todo, aproximadamente duas mil pessoas foram retiradas da fila de espera. Os atendimentos foram realizados nas unidades de saúde e contaram com a parceria de instituições e médicos voluntários.

 

Visão

 

Neste mutirão foram disponibilizados atendimentos de Oftalmologia, em consultório móvel (container) instalado no pátio da Secretaria Municipal de Saúde. Já os para a área de endocrinologia, foram atendidos 480 usuários por equipe de especialistas da Clinica de Diabetes de Curitiba, do Hospital Nossa Senhora das Graças.

 

Prevenção do Câncer

 

Outro serviço disponibilizado foi o de avaliação de manchas de pele, por meio da carreta da FIEP, que garantirá atendimento no Hospital Erasto Gaertner, em casos em que haver características de câncer de pele. Já na Unidade de Saúde Tarumã foram ofertados pequenos procedimentos cirúrgicos e consultas dermatológicas.

 

Saúde da Mulher

 

Na Unidade de Saúde da Mulher 80 mulheres tiveram acesso a exames de ultrassonografia transvaginal. No local, o Mutirão da Saúde também levou à população avaliação de fonoaudiologia, para tanto contou com a parceria de fonoaudiólogas da  Secretarias de Educação e de Saúde.

 

Saúde Mental

 

A psiquiatria também foi uma das especialidades ofertadas, com mais de 200 agendamentos para a Unidade de Saúde Vargem Grande.

 

Consultas realizadas

Debora Dias mora no bairro Jardim Amélia e foi atendida na Unidade de Saúde da Mulher e da Criança. Faz pouco tempo que aguardava para fazer ecografia. Além disso, a equipe da Unidade de Saúde solicitou uma série de exames. "O trabalho deles é maravilhoso, ajuda a salvar vidas e tem muita gente que realmente precisa desse atendimento. Eu não tenho o que reclamar, além de bem atendida, já consegui respostas para uma série de dúvidas que eu tinha e saio mais aliviada da consulta", comentou.

Maria Inês reside no bairro Wessópolis e há muitos anos sofre com problemas provenientes da tireoide e também com diabetes.  "Eu já estava esperando desde novembro pra essa consulta e o bom que vim aqui hoje com a minha filha e o pessoal acomodou a gente num lugar separado e as enfermeiras são muito prestativas", disse a paciente que aguardava ser chamada pela endocrinologista.

Faltas

 

A secretária de Saúde de Pinhais, Adriane da Silva Jorge Carvalho, falou sobre a importância deste momento e de que a população que aguarda na fila precisa comparecer. "É extremamente importante que as pessoas que aguardam por atendimento compareçam à consulta, pois ainda temos muitas abstenções. Quando alguém falta, impede que outra pessoa seja atendida", afirma a secretária. 

O Governo do Estado está investindo R$ 213,7 milhões na modernização e duplicação de 14 quilômetros da Rodovia João Leopoldo Jacomel (PR-415), que liga Curitiba, Pinhais e Piraquara e a obra deve ser entregue até junho deste ano. Segundo o DER-PR, 85,1% do cronograma já foi executado.

Adequações solicitadas pelo Ministério do Trabalho à empresa responsável pela revitalização da Rodovia João Leopoldo Jacomel (PR-415), que liga Curitiba, Pinhais e Piraquara, prejudicaram os serviços no maior viaduto em construção no Paraná nas últimas quatro semanas. A obra já foi retomada.

O Governo do Estado está investindo R$ 213,7 milhões na modernização e duplicação de 14 quilômetros da PR-415 e a obra total deve ser entregue até junho deste ano. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), que fiscaliza os trabalhos no trecho, 85,1% do cronograma já foi executado. O projeto inclui o maior viaduto em construção no Paraná, que terá seis pistas, 200 metros de extensão e 26,5 metros de largura. Com 88,2% dos trabalhos já concluídos, o planejamento da empreiteira era terminar e liberar o trecho e seu entorno para o tráfego no final de março.

No dia 21 de fevereiro, durante um procedimento de fiscalização, os auditores do Ministério o Trabalho exigiram a adequação dos andaimes e treinamento da equipe. Além disso, pediram à empresa que redigisse um manual com os procedimentos de segurança necessários para realização de trabalhos em altura. As adequações solicitadas foram cumpridas, mas devido ao contratempo, a previsão para término dos serviços no viaduto foi transferida para o final de abril.

VIADUTO - De acordo com o DER-PR, para liberar o viaduto, faltam: executar as barreiras de segurança que separam os dois sentidos de tráfego, completar os serviços de pavimentação, colocar a capa asfáltica em toda a extensão, realizar serviços complementares e instalar a iluminação.

Na alça de acesso ao viaduto, ainda é preciso completar a colocação da ferragem, concretar a laje, executar a viga travessa, implantar as barreiras de segurança, concluir a pavimentação, fazer alguns serviços complementares e instalar a iluminação.

FRENTES DE TRABALHO - Além da finalização do viaduto, há outras frentes de trabalho atuando em terraplenagem, pavimentação, drenagem, finalização das obras de contenção, redes de abastecimento de água e esgoto, instalação de postes da Copel, iluminação, calçadas, ciclovia, sinalização semafórica, plantio de grama, entre outros serviços.

ETAPA FINAL - Para a entrega de todo o trecho, será feita ainda a rótula debaixo do viaduto para acesso aos bairros, a finalização dos serviços já iniciados depois do viaduto da BR-116 (Contorno Leste) até Piraquara, pintura das faixas de sinalização horizontal, colocação definitiva da sinalização vertical, finalização da iluminação e limpeza da obra.

 

 

A indústria paranaense começou a se recuperar em 2017 e fechou o ano com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 92,8 bilhões - o que representou 25,4% das somas das riquezas geradas no Estado. O setor teve o primeiro resultado positivo em desde 2014, com um avanço de 1,8% sobre 2016. Os dados são do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

Embora o crescimento tenha sido pequeno, o resultado é comemorado pelo setor, que vem de três anos seguidos de baixa por causa da recessão. Em 2014 o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria paranaense despencou 7%. Em 2015 houve retração de 5,8% e em 2016 queda de 2,8%.

“A recuperação verificada no ano passado é muito importante porque se trata de um setor relevante para a economia estadual, que gera empregos de maior qualidade e é intensivo em mão de obra. O impacto social da indústria é grande”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor- presidente do Ipardes. O PIB da indústria calculado pelo Ipardes inclui o desempenho das indústrias da construção civil, extrativa e de transformação, além da produção de energia.

TRANSFORMAÇÃO - Com a desaceleração da economia, a indústria colocou o pé no freio nos investimentos, cortou produção e empregos nos últimos anos. Em 2017, no entanto, voltou a aumentar a produção e a contratar.

“O movimento foi puxado pela indústria da transformação. O segmento voltou a colocar atenção no mercado externo, o que ampliou exportações, ao mesmo tempo que se beneficiou da retomada do consumo no Brasil”, explica Suzuki.

QUASE O DOBRO - No Paraná, a produção da indústria da transformação cresceu 4,4% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa um avanço de quase o dobro da brasileira, que fechou o ano com alta mais tímida, de 2,5%, na mesma base de comparação.

Das 13 áreas pesquisadas pelo IBGE, 10 tiveram aumento na produção. As maiores altas foram registradas na produção de máquinas e equipamentos e de veículos, que cresceram 33,6% e 16,4% respectivamente.

O setor de máquinas e equipamentos, especialmente na produção tratores e colheitadeiras, foi beneficiado pela boa safra agrícola. “Com a safra recorde e o bom resultado do agronegócio, o produtor, com mais dinheiro no bolso, investiu na compra de maquinário”, afirma o presidente do Ipardes.

As montadoras, por sua vez, retomaram o ritmo no chão de fábrica com a venda de automóveis principalmente para a Argentina e com a recuperação das vendas no mercado interno. Além da melhora do cenário de crédito, o lançamento de novos modelos ajudou a impulsionar a produção.

EMPREGO - O aumento da produção também fez a indústria voltar a contratar. No ano passado, o setor gerou um saldo positivo de 7.396 de empregos com carteira assinada no Estado. Foi o segundo maior saldo, só atrás do setor de serviços (7.752).

A previsão para 2018 é de consolidação da recuperação do setor, de acordo com Suzuki Júnior. “A indústria será um dos setores no Paraná que terá crescimento econômico nesse ano. Se em 2017 a safra recorde fez a agropecuária ser um dos principais motores da economia, em 2018 esse papel será da indústria e dos serviços”, diz Suzuki Júnior.

MUNICÍPIOS – Em alguns municípios do Paraná, a indústria é o principal motor da economia. Saudade do Iguaçu, na região Sudoeste, por exemplo, tem 86,4% do seu PIB atrelado ao setor industrial. A economia da cidade é fortemente influenciada pelas operações da usina de Salto Santiago, no Rio Iguaçu, que é uma das maiores do Sul do País.

Outro caso é Capitão Leônidas Marques, na região de Cascavel, que tem 74,4% da economia dependente da indústria. A cidade também é impactada pelas atividades da usina hidrelétrica de Baixo Iguaçu. Rio Branco do Sul, na região de Curitiba, conhecida pelos investimentos de fábricas de cimento, tem 61,7% do seu PIB proveniente da indústria.

 

 

Pinhais completa 26 anos e muitos são os acontecimentos que marcam a história de uma das cidades mais desenvolvidas da Região Metropolitana de Curitiba. Localização geográfica privilegiada, a poucos quilômetros do centro da capital, crescimentos econômico e estrutural reconhecidos por instituições renomadas, muitas histórias, atrativos culturais e belezas naturais, fazem parte da trajetória deste jovem município paranaense.

Localização privilegiada

Pinhais, o município que pertencia à Piraquara até 1992, é um dos mais novos e o menor em extensão do Estado, com uma área de 60,92 quilômetros quadrados. É, também, o mais próximo do centro da Capital do Estado, pois está a 8,9 quilômetros da região. Conta com 15 bairros e inúmeras vilas, e faz divisa com Colombo, Curitiba, Quatro Barras, São José dos Pinhais e Piraquara.   

Economia

Atualmente, possui a 10ª maior arrecadação do Paraná. Dona de um vasto pólo industrial, com aproximadamente 11 mil empresas, se destaca principalmente na indústria de metal mecânica, plásticos e prestação de serviços. Outrofator importante é que o município oferece uma série de incentivos para a atração de empresas, além da capacitação da mão-de-obra local.

 

UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE

 

História

Em meados do século XVII as populações indígenas remanescentes entraram em contato com o elemento europeu. 
Após a ocupação de Paranaguá, o homem branco deu início à colonização do Planalto Curitibano. Esse processo está intimamente ligado à procura e exploração de metais preciosos, principalmente o ouro. 
Foi em busca desse metal que o europeu transpôs a serra do mar e iniciou a colonização do Primeiro Planalto, já que se tratava de ouro de aluvião (encontrado nas encostas dos rios). Juntamente com a colonização de Curitiba, ocorreu o processo de requerimento e concessão de sesmarias nas regiões vizinhas. Nesse contexto, em 1674, o capitão-povoador Antonio Martins Leme fez requerimento de uma sesmaria localizada entre os rios Palmital e o Itatiba (Atuba) com dimensão œ x œ légua. 
A história recente da ocupação territorial de Pinhais tem as suas raízes intimamente ligadas à construção da Ferrovia Paranaguá Curitiba, inaugurada já no ano de 1885. Além da estação, outro fator aglutinador foi a implementação de uma indústria cerâmica que a partir de meados da década de 1910, tornou-se uma das unidades produtivas mais dinâmicas do Paraná. 
Com base nos registros da Segunda Lei de Terras do Paraná (1893), podemos trabalhar com a hipótese de que a Estação de Pinhais surgiu para possibilitar o acesso e o escoamento do centro produtor de São José dos Pinhais, visto que esse município produzia erva-mate em grande escala, além de madeira e outras mercadorias. 
Vários desses registros fazem menção à estrada que ligava o município de São José dos Pinhais. Com a inauguração da Estrada de Ferro, também foram construídas as casas dos funcionários responsáveis pela manutenção da ferrovia. Começou assim a se esboçar um pequeno povoado. Além dessa incipiente concentração de moradores, já estavam estabelecidos proprietários de terras que desenvolviam atividades agropastoris. Grande parte desses proprietários moravam na região e utilizavam as suas terras para o plantio de diversos gêneros agrícolas e para a criação de gado, tendo como centro de consumo a Capital. Datam desse período vários registros de terras, principalmente nas proximidades do rio Palmital e também entre os rios Atuba e Iraí. 
É possível que nessa região existisse um grande número de fazendas, constituindo uma população esparsa, pois é nesse momento que chegou ao Paraná, principalmente à Capital e arredores, a grande leva de imigrantes europeus, fundando suas respectivas colônias. Nessa região estabeleceram-se muitos imigrantes italianos, que fundaram a Colônia Novo Tirol. Em sua maioria, essas novas populações se ocuparam do cultivo de terra e também de incipientes manufaturas, a maioria de cunho artesanal. 
Em linhas gerais, eram essas as características da região no final do século XIX e início do século XX. 
A abertura da via férrea ligando ao planalto curitibano significou um avanço de suma importância para a economia do Estado. A via de acesso para o escoamento da produção da Capital e das regiões vizinhas facilitou e fomentou o surgimento de novos empreendimentos econômicos. Assim, em 1898 tiveram início os trabalhos da cerâmica da família Torres, que foi instalada na região bem próxima à linha férrea. 
Foi justamente da conjunção desses dois fatores, cerâmica e estação, que iniciou-se uma povoação mais densa. Dessa forma a região em torno da estação de trem constitui o Marco Zero da atual cidade.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Pinhais, pela Lei Estadual n.º 4.966, de 19-11-1964, subordinado ao município de Piraquara. 
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o distrito de Pinhais, figura no município de Piraquara. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988. 
Elevado à categoria de município com a denominação de Pinhais, pela Lei Estadual n.º 9.906, de 18-03-1992, desmembrado de Piraquara. Sede no antigo distrito de Pinhais. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993. 
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte

Pinhais (PR). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.Pinhais.pr.gov.br. Acesso em: fev. 2014.
 

 

UM POUCO MAIS DA HISTÓRIA

Alguns aspectos do cotidianono início de Pinhais

Bom saber da história, principalmente, do lugar que moramos, não é?
Vamos lá.


A Avenida Iraí era a saída mais rápida para moradores que vinham do Guarituba,
Campininha, Águas Claras e parte da Colônia Santa Maria, etc. As carroças passavam a
ponte do rio, ponte de madeira, e seguiam pela avenida.


Seguiam paralelamente aos trilhos que conduziam as caçambas até as cavas, lugar
chamado de barreiro, pois era um dos lugares de onde se retiravam o barro para a olaria,
hoje, para quem quiser entender melhor, as cavas estão no lado sudeste do bairro
Weissópolis. Os trilhos saíam do barracão da olaria, atravessavam os trilhos da estrada
de ferro, a oeste da estação, seguiam pela ruela da frente do casarão, conhecido como
vila do Scarpa, hoje é a rua que leva até o autódromo, e continuavam acompanhando a
avenida até o rio Iraí, faziam a curva e seguiam o rio até o barreiro, cavas.


Como dizia, as carroças seguiam, subiam a Camilo Di Lellis, na época, estrada de chão,
ou seja de areia, pois era impressionante a quantidade de areia que acumulava-se pelas
laterais desta rua, e seguiam para Curitiba vender lenha, verduras e legumes, ovos,
queijo, leite...


Às vezes, faziam paradas em Pinhais, mas, sua população tinha o hábito de cultivar sua
própria horta, pomar e algumas vacas de leite. Nada maior que isso, ao contrário da
idéia da existência de grandes fazendeiros.


O Guarituba, apesar de não fazer parte do município, faz parte da história de Pinhais,
assim como outros lugares; era marcado pelos criadores de vacas leiteiras,
madrugadores, e em suas carroças lotadas com galões de leite, seguiam rumo à cidade;
lá iam os jovens, rindo conversando, carroça atrás de carroça, fileira organizada, sem
medo, sem perigo...


Vila Emiliano Perneta; os chacareiros tão conhecidos. Pequenas chácaras davam
característica camponesa a este lugar bonito. Morros e barrocas, mato e capoeira, de
repente outra chácara.
Freqüentemente iam até a Vila, comunidade ao redor da olaria, "cerâmica" como era
chamada, para vender seus produtos.
Quem tinha gado não tinha com o que se preocupar. Os campos eram extensos e o
pasto, farto. Apesar das terras serem do proprietário da olaria, tinham total liberdade
para usá-las.


Soltavam o gado e, ao final da tarde, os jovens os buscavam. Muitas vezes precisavam
ir até a várzea, mais ou menos onde hoje fica o Habib"s, Valejo, onde chamavam de
ilha, pelo fato

de precisarem retirar animais atolados, por causa dos pântanos; banhados
da região.


Onde é a Vargem Grande, nas proximidades do rio Iraí, ficava o lugar chamado de
"fazenda" não que fosse, mas, por ser uma área grande e cercada. Ali ficavam os touros

e vacas, animais confinados para a cruza. Benedito Pinto, caseiro, cuidava do lugar,
consertando cercas e dando todos os cuidados que o gado poderia necessitar, seus filhos
trabalhavam na olaria. Quando um morador resolvia cruzar uma vaca, era lá que a
deixava, na fazenda.


Autódromo, outra região interessante. Também era uma área cercada, porém, menor;
era chamada de Piquete. Na verdade, o piquete era o lugar onde deixavam as vacas
prenhes para que não saíssem longe e, assim, evitavam que o parto acontecesse pelos
campos afora.


Os moradores se reuniam para curar os animais. Os recolhiam no piquete e ali, com
creolina e ervas, faziam limpeza e curativos nos ferimentos.
Voltaremos ao assunto de costumes em outra ocasião, com detalhe na cultura deste
povo; o povo de Pinhais.


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Postado por colocando pingos nos is às 3/26/2010
Como viviam os jovens de Pinhais entre 1930 e 1950


A Estação


Nas décadas de 30, 40, 50, inúmeras famílias se estabeleceram na região. A maioria dos
jovens desta época veio ainda criança e outros, nasceram em Pinhais. A maioria
trabalhava na cerâmica. Nesta época a condução mais usada era o trem. Para ir até o
centro de Curitiba era muito fácil e rápido, precisavam, apenas, respeitar os horários do
trem, caso o perdessem teriam que deixar para outro dia ou seguir a pé, pelos trilhos. Ao
chegarem na estação de Curitiba, estavam praticamente dentro do pólo comercial, pois,
hotéis e lojas procuravam ficar ao redor da estação. Lá se valiam de dentistas, médicos,
cinema, programas de auditório nas rádios e passeios pela cidade.
Dentro de Pinhais, os jovens criavam sua própria distração. Aos domingos, reuniam-se
em grupos e seguiam para a estação de trem; muitos se perguntam: fazer o que? Fazer o
mesmo que os jovens de hoje, quando se reúnem e param em frente a uma loja de
conveniência em algum posto de gasolina; para rir, conversar, comentar de alguma
festa... Mas, como o trem conduzia passageiros, entre estes, estavam os apaixonados. Na
maioria das vezes, trocavam recados rapidamente, quando já conhecidos, ou novos
flertes surgiam e assim levavam por algum tempo, até a primeira festa em alguma igreja
onde o encontro acontecia. O trem parava por alguns minutos dando tempo de matar
saudades, conversar, trocar bilhetes apaixonados ou apenas trocar olhares.


Festas


Outra opção era a festa da igreja. esta era muito esperada. Pinhais era visitada por
pessoas de longe, neste dia. Pessoas vinham da Colônia Santa Maria, Laranjeiras,
Atuba, Colônia Muricy, Cristo Rei, Cajurú, Campina Grande, e de outras regiões
vizinhas.

Os preparativos eram organizados pelos moradores; todos se ofereciam para alguma
tarefa. A lista dos festeiros passava pelas residências; pessoas que patrocinavam a festa
com pequenas doações. O coral das filhas de Maria ensaiava noites e noites; moços e
moças, entoavam hinos em conjunto, famosos por toda a região. Muitos vinham de fora,
para a missa antes da festa, apenas, para apreciar o famoso coral.
Durante as semanas que antecediam o evento, os jovens se reuniam na igreja, logo à
noitinha, para ensaiar. A chave da igreja ficava com algum morador, muitos foram os
zeladores desta chave.


Saíam dos ensaios como todo jovem, hoje, sai da garagem da banda, ou seja,
cantarolando, rindo, se divertindo.. Não havia violência. Todos eram conhecidos; fosse
um jovem dos arredores da estância ou dos chacareiros, nos Perneta, como falavam;
fossem moças ou rapazes, todos sabiam quem era filho de quem. O respeito dos pais,
passava aos filhos.


Bailes


No lugar chamado de fazenda (explicado no texto Alguns Aspectos do Cotidiano), havia
a casa do responsável pelos animais ali deixados. Era uma casa grande, com sala ampla.
Em alguns finais de semana o baile era organizado pelo caseiro e seus filhos. Jovens dos
arredores se reuniam, muitas vezes, acompanhados de seus pais, que ficavam na cozinha
conversando. Música ao vivo, tocada por jovens da região. A música fazia parte do
cotidiano de Pinhais. Instrumentos como a sanfona, o pandeiro, o violão, o trompete e o
violino eram tocados pelos próprios moradores. Tocavam as músicas do momento,
tocadas nas rádios de Curitiba, nas quais, iam ver seus artistas preferidos e apreciá-las.
Fim de semana


Para jovens que moram a 7 Km da Capital é inevitável, como até hoje, que se dirijam
até ela para aproveitar as modernidades e diversões que ela oferece.
Os programas de rádio atraíam muitos. Os artistas se apresentavam para um público de
dezenas de pessoas, dentro de auditórios das próprias rádios. A rádio Guairacá trazia
artistas diversos, e a rádio PrB2 era famosa pelos programas de calouros nos programas
vespertinos dos sábados e domingos. De trem, de estação à estação era um trajeto rápido
e da Estação até as rádios, mais rápido ainda.
Cine Luz


Era outro lugar para a diversão. Muitos filmes alegraram os jovens, crianças e adultos,
de Curitiba e vizinhança. A população de Pinhais, principalmente os jovens, eram
freqüentadores destas salas de cinema, ainda na Praça Zacarias, depois do incêndio, em
1952, passou para a Rua XV.


Esporte


Os rapazes, além destas diversões, eram adeptos do futebol amador. Pinhais tem em seu
passado, forte envolvimento com o futebol. Apesar de alguns times de Curitiba serem

seus preferidos, dentro do Município as disputas por títulos eram levadas a sério e em
festa.
Festivais eram realizados, taças, churrascadas etc. As famílias acompanhavam, mas,
este é assunto para outro momento.


Comemorações


O salão da cerâmica, conhecido como salão do Scarpa, sempre que possível, era usado
para algum evento. Baile de carnaval, casamentos e outras comemorações. A regra para
uso era o cuidado com o prédio. O descuido ou qualquer incidente, como um vidro
quebrado, poderia deixá-los por sem salão por tempo indeterminado. Respeito era
aplicado não só dentro de casa, mas, pela própria sociedade, que cobrava o bom
comportamento. As regras familiares eram apoiadas pela sociedade e as regras sociais
eram apoiadas pelas famílias. É agradável viver em sociedade quando respeito não é
palavra para discussão e sim para observação.


Mas, muitos jovens interromperam esta convivência ao partirem para a guerra. Amigos
sentiam saudades e familiares choravam e rezavam pelas suas vidas. Pinhais colaborou
com muitos soldados para a derrota de Hitler. Nossos pracinhas são lembrados em
histórias familiares; ainda serão postadas neste veículo de informação.


Postado por colocando pingos nos is às 3/26/2010

A cidade virou referência na região metropolitana, no quesito desenvolvimento econômico, devido aos bons índices apresentados nos últimos anos

O crescimento notório que Pinhais obteve nos últimos anos fez com que o município se tornasse referência na região metropolitana, quando o assunto é desenvolvimento econômico. Os índices registrados comprovam esse cenário e destaca a gestão inovadora de Pinhais. Com quase 130 mil habitantes, um PIB per capita de cerca de 40 mil reais, a cidade é uma das que mais cresce em toda a região. No setor industrial, o município obteve um aumento de mais de 140%, chegando hoje a mais de 10 mil empresas instaladas, dos mais diversos segmentos. 

 

Por conta dessa boa avaliação de gestão que Pinhais apresentada, neste mês a cidade foi convidada pelo Programa de Desenvolvimento Produtivo Integrado da Região Metropolitana de Curitiba – Pró Metrópole, a participar da reunião do Conselho Temático de Desenvolvimento das Cidades e Regiões, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná. O objetivo foi o de apresentar o Plano de Crescimento e Desenvolvimento Econômico de Pinhais. Na reunião, estiveram presentes diversas autoridades, como prefeitos e secretários do interior do Estado, bem como empresários e o presidente da FIEP, Edson Luiz Campagnolo.

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico Genésio de Siqueira Junior foi quem apresentou o plano de Crescimento e Desenvolvimento Econômico de Pinhais eixo: Ambiente de negócios, Empresas e Empreendedores; Ambiente de negócios em Pinhais, a parceria com FIEP/SENAI para diagnóstico e mapeamento das atividades propulsivas e ações para capacitação, apoio, qualificação dos empreendedores  em parceria com diversas entidades. “Essas oportunidades demonstram que Pinhais está no caminho certo. Vivemos a mudança e sabemos que o trabalho realizado fez com que Pinhais se tornasse referência em diversos aspectos, principalmente no setor econômico”, destacou o Secretário.

 

Parcerias com a Fiep

Pinhais possui um expressivo potencial industrial e graças a isso foi possível firmar parcerias que trouxeram oportunidades para a população. Em 2017, por meio de uma parceria com o sistema Fiep foram disponibilizados exames de mamografia, coleta para exames de citopatológico (preventivo), além de avaliação de câncer de pele, para mais de 200 pacientes que aguardavam na fila de atendimento.

 

Além disso, também no ano passado foi lançado um projeto piloto em Pinhais para garantir o acesso à educação profissionalizante. A Escola Móvel do Senai ofereceu cursos profissionalizantes, de forma gratuita, para cerca de 150 moradores do município.

 

Em Pinhais também está instalada a Escola Sesi-Senai que atende aos alunos da região. E está em fase de conclusão a nova sede do Sesi, localizado no complexo Weiss Scarpa, que irá ampliar a gama de cursos oferecidos no município.

CONTATO COMERCIAL

atendimento pelo email:

tudoPinhais@gmail.com

 

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